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PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos em Goiânia

O PGR é o documento que mostra quais riscos existem na sua empresa e o que está sendo feito para controlá-los. A MT8 elabora o programa a partir do que acontece de fato em cada setor, e não de um modelo pronto.

O que o fiscal, o perito e o RH procuram no PGR

Quando alguém abre o PGR de uma empresa, a pergunta é sempre a mesma: este documento descreve a realidade? Um inventário que fala de uma prensa que foi vendida, ou que esquece a câmara fria inaugurada no ano passado, perde valor na hora em que mais precisa dele. Por isso o nosso trabalho começa no chão da empresa, e não em uma planilha.

O PGR é a forma documental do gerenciamento de riscos ocupacionais, o GRO, previsto na NR-1. Ele organiza o ciclo de identificar perigos, avaliar riscos, decidir medidas, implantar e acompanhar.

As duas peças obrigatórias

Inventário de riscos

É a fotografia dos riscos. Para cada perigo, registramos a fonte, o setor, as atividades e os grupos de trabalhadores expostos, as medidas que já existem e a classificação do risco pela combinação de severidade e probabilidade. Entram agentes físicos, químicos e biológicos, riscos de acidentes, ergonomia e também os fatores de risco psicossociais, que a NR-1 incluiu no GRO.

Plano de ação

É o que transforma a fotografia em tarefa. Cada medida tem responsável, forma de acompanhamento e cronograma. Um plano sem dono e sem data costuma ficar parado, e é justamente esse ponto que mais aparece em autuações.

A ordem das medidas importa

A NR-1 pede que a empresa siga uma hierarquia ao escolher como controlar um risco. Na prática, ela funciona assim:

  1. Eliminar o perigo, quando possível, mudando o processo ou o produto.
  2. Reduzir com proteção coletiva: enclausuramento, ventilação local, barreiras físicas.
  3. Organizar o trabalho: rodízio, pausas, procedimentos, sinalização e treinamento.
  4. Proteger o indivíduo com EPI, quando as etapas anteriores não bastam ou enquanto são implantadas.

Um PGR que resolve tudo com protetor auricular e luva, sem discutir as opções anteriores, está incompleto.

Exemplos do que muda de um negócio para outro

Tipo de empresaPontos que costumam pesar no inventário
SupermercadoCâmara fria, cortadores de frios, movimentação de carga, atendimento ao público
Oficina mecânicaSolventes, ruído de ferramentas, elevadores automotivos, fumos de solda
Clínica ou laboratórioAgentes biológicos, perfurocortantes, produtos de limpeza e desinfecção
Escritório e call centerPostura, mobiliário, metas, jornada e fatores psicossociais
ObraTrabalho em altura, poeira, máquinas, escavações e eletricidade

Etapas do nosso trabalho

  1. Coleta de informações. CNAE, quadro de funções, fluxograma do processo, fichas de dados de segurança dos produtos e o PGR anterior, se houver.
  2. Visita técnica. Percorremos os setores e conversamos com quem faz a tarefa. A NR-1 prevê a participação dos trabalhadores no processo, e é deles que vêm as informações mais úteis.
  3. Avaliação. Classificamos os riscos e indicamos quando um agente precisa de medição, como ruído ou poeira, por meio de avaliações quantitativas.
  4. Plano de ação. Propomos medidas viáveis para o porte e o orçamento da empresa, com prioridades claras.
  5. Entrega explicada. Apresentamos o documento ao RH e à liderança, para que todos saibam o que precisa ser feito.

O que vem junto com o PGR

  • Base para o PCMSO definir os exames de cada função.
  • Informações de riscos para o LTCAT e para o evento S-2240 do eSocial.
  • Orientações de preparação para emergências, que também fazem parte do GRO.
  • Indicação dos estudos complementares que o inventário pedir, como a AEP de ergonomia.

Terceiriza serviços ou presta serviço dentro de outra empresa? A NR-1 pede troca de informações sobre riscos entre contratante e contratada. Considere isso no seu PGR e peça o mesmo aos seus fornecedores.

Atendimento

Elaboramos o PGR para empresas de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade e demais cidades da região metropolitana. Para pedir orçamento, envie pelo WhatsApp (62) 3661-0052 o ramo de atividade, o número de empregados e a quantidade de unidades.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Escritório também precisa de PGR?

Em regra, sim. Mesmo sem máquinas ou produtos químicos, existem riscos ergonômicos, de acidentes e fatores psicossociais. Algumas microempresas e empresas de pequeno porte de grau de risco 1 e 2 podem ser dispensadas da elaboração, mediante declaração, quando não há exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos.

De quanto em quanto tempo o PGR é revisto?

A NR-1 define uma periodicidade máxima de revisão, conforme a norma vigente, e exige revisão antes disso sempre que houver mudança no processo, acidente, doença relacionada ao trabalho ou indicação de que as medidas não estão funcionando.

O PGR substitui o PCMSO?

Não. O PGR cuida da identificação e do controle dos riscos. O PCMSO, previsto na NR-7, cuida do acompanhamento médico dos trabalhadores expostos a esses riscos. Um alimenta o outro.

Próximo passo

Conte o que a sua empresa precisa. A gente organiza o resto.

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